De acordo com a PF, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (9) a Operação Hackback, com o objetivo de investigar ataques cibernéticos realizados contra a Universidade Federal do Piauí (UFPI).

De acordo com a PF, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal nos municípios de São João do Piauí (PI), Formosa (GO), Santo André (SP) e Parauapebas (PA). As investigações identificaram o suposto mandante e hackers contratados para a execução das invasões.
As apurações tiveram início após denúncias apresentadas pela Reitoria da UFPI, que relatou dois incidentes graves de invasão. O primeiro ocorreu em maio de 2024, quando o site oficial da instituição foi atacado um dia após protestos de estudantes na reitoria. Na ocasião, o invasor publicou uma foto do presidente Lula (PT) acompanhada de xingamentos contra os manifestantes e críticas à segurança digital da universidade.
Já em julho de 2024, servidores e estudantes enfrentaram dificuldades para acessar os sistemas acadêmicos da instituição, entre eles o SIG, Sinapse e Gitsig. A UFPI confirmou em nota que parte da infraestrutura havia sido comprometida por um ataque hacker.
A Polícia Federal segue com a análise do material apreendido para aprofundar as investigações e responsabilizar os envolvidos.
Fonte: Hackers que atacaram sistemas da UFPI são alvo de operação da Polícia Federal - Polícia
Seleção traz oportunidades para os cargos de delegado, perito criminal, agente, escrivão e papiloscopista
A Polícia Federal (PF) divulgou nesta segunda-feira (dia 8), no Diário Oficial da União, o resultado final da prova discursiva do concurso que oferece mil oportunidades para delegado, perito criminal, agente, escrivão e papiloscopista. A seleção está a cargo do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).
Para conferir a listagem, basta acessar o link: EDITAL Nº 6 DE 4 DE SETEMBRO DE 2025 - EDITAL Nº 6 DE 4 DE SETEMBRO DE 2025 - DOU - Imprensa Nacional

A relação traz também a convocação para o exame de aptidão física e para o preenchimento da Ficha de Informações Confidenciais (FIC).
O teste de aptidão física será realizado nos dias 13 e 14 de setembro. O candidato deverá acessar o endereço eletrônico http://www.cebraspe.org.br/concursos/pf_25, a partir do dia 8 de setembro de 2025, para verificar sua data, seu horário e o local de realização do exame. Não haverá segunda chamada.
Para a investigação social, o candidato deverá preencher a FIC, a partir das 10h desta segunda-feira (dia 8) até as 18h do dia 15 de setembro (horário oficial de Brasília/DF), disponível no endereço eletrônico http://www.cebraspe.org.br/concursos/pf_25.
As oportunidades
A distribuição das vagas oferecidas nesta seleção é a seguinte:
Delegado: 120 vagas
Perito criminal: 69 vagas
Agente: 630 vagas
Escrivão: 160 vagas
Papiloscopista: 21 vagas
Do total de oportunidades oferecidas, 20% serão reservadas a candidatos que se autodeclararam negros (pretos e pardos) e indígenas. Além disso, 5% serão destinadas a pessoas com deficiência.
Salários iniciais
Os valores abaixo já incluem o auxílio-alimentação de R$ 1 mil:
Agente, escrivão e papiloscopista:
R$ 15.164,81 em 2025
R$ 15.710,10 em 2026
Delegado e perito criminal:
R$ 27.800 em 2025
R$ 28.831,70 em 2026
Validade do concurso
O prazo de validade do processo seletivo será de seis meses, a partir da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período. As contratações serão feitas pelo regime estatutário.
A seleção já havia sido anunciada pelo governo federal em janeiro deste ano, com a previsão de mil vagas para 2025 e outras mil oportunidades para 2026.
Fonte: Polícia Federal divulga resultado final de prova discursiva. Confira
Fiscalizações ocorreram em fazendas entre Araçatuba e Presidente Epitácio
Araçatuba/SP. Nas últimas duas semanas, a Polícia Federal realizou operações de fiscalização em fazendas no interior de São Paulo, abrangendo a região entre Araçatuba e Presidente Epitácio, com foco na identificação e repressão ao trabalho análogo à escravidão.

As equipes federais foram a campo em locais de difícil acesso e, em muitos casos, com potencial risco para os agentes devido à hostilidade no recebimento. A atuação da PF garantiu a segurança e a efetividade das ações fiscalizatórias.
A operação contou com a participação do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e da Defensoria Pública da União. O trabalho conjunto reforça a importância da presença da Polícia Federal em atividades de proteção de direitos fundamentais, especialmente em áreas isoladas de plantações, onde a fiscalização é mais complexa.
Fonte: PF atua em combate ao trabalho análogo à escravidão no interior de São Paulo — Polícia Federal
Ação desta quinta-feira (4) é um desdobramento da Operação Colossus, realizada em janeiro de 2024, quando foi preso o líder de uma rede criminosa que movimentou mais de R$ 50 bilhões em criptoativos.
A Polícia Federal realiza, na manhã desta quinta-feira (4), a Operação Sibila, que tem como alvo uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e evasão de divisas por meio de criptomoedas.

De acordo com a corporação, estão sendo cumpridos em São Paulo cinco mandados de prisão temporária e 10 de busca e apreensão, além de ordens de sequestro de valores e bloqueio de bens determinadas pela Justiça Federal.
Até às 08h, pelo menos três pessoas já tinham sido presas. Um dos mandados de prisão o alvo já estava detido e o quinto elemento, segundo os federais, está em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
A operação também já apreendeu até o momento mais de R$ 700 mil em espécie, sob poder dos criminosos, além de uma Land Rover e uma BMW blindadas, chaves de acesso a carteiras de criptoativos, além de celulares e elementos de interesse da investigação.
Segundo a PF, os três presos e os donos do dinheiro apreendido são operadores financeiros do mercado ilícito de lavagem de dinheiro por meio das criptomoedas.
A ação é um desdobramento da Operação Colossus, deflagrada em janeiro de 2024, quando foi preso o líder de uma rede criminosa responsável por movimentar mais de R$ 50 bilhões em criptoativos entre dezembro de 2020 e janeiro de 2024.
Segundo as investigações, o grupo utilizava empresas de fachada e laranjas para ocultar a origem dos valores ilícitos e realizar operações de evasão de divisas.
Fonte: PF prende 3 pessoas em operação contra lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Operação "Lauandi" investiga uma organização criminosa especializada em fraudes cibernéticas, falsificação de documentos, estelionato e lavagem de dinheiro. Equipes cumprem mandados em Sorocaba (SP) e em outras cidades do estado.

A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de busca e apreensão durante uma operação contra fraudes cibernéticas e lavagem de dinheiro, deflagrada nesta terça-feira (2), no interior de São Paulo.
Ao todo, são mais de 17 mandados sendo cumpridos nas cidades de Sorocaba (SP), Votorantim (SP), Ibiúna (SP), Paulínia (SP), Marília (SP), Peruíbe (SP) e Imperatriz (MA). Foram apreendidos diversos dispositivos eletrônicos, como celulares, documentos, veículos, dinheiro, cartões bancários entre outros materiais utilizados na falsificação de documentos.
Também foram cumpridas ordens judiciais de sequestro de bens móveis e imóveis, bloqueio de contas bancárias e custódia de criptoativos.
A Operação "Lauandi" investiga uma organização criminosa especializada em fraudes cibernéticas, falsificação de documentos, estelionato e lavagem de dinheiro.
Segundo as investigações, o grupo conseguiu grandes quantidades de dinheiro a partir de fraudes contra o Estado e empresas, além da comercialização de dados pessoais. Os valores eram direcionados para contas movimentadas por meio de empresas falsas, com o apoio de um contador.
Os investigados vão responder pelos crimes de falsificação de documentos, estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem ultrapassar 20 anos de prisão, segundo a PF.
Início das investigações
A Polícia Federal começou a investigar as fraudes da organização em agosto de 2020, a partir de uma informação encaminhada pela Caixa Econômica, que continha dados sobre 91 benefícios de Auxílio Emergencial fraudados, no valor de R$ 54.600, valor que teria sido desviado para duas contas bancárias de pessoa física e de pessoa jurídica, em Indaiatuba (SP). A partir disso, a Delegacia de Polícia Federal de Campinas (SP) identificou milhares de outras fraudes.
Parte dos envolvidos no esquema também estavam localizados nos estados de Goiás e Rondônia. Eles recebiam valores de aproximadamente 360 contas do Auxílio Emergencial, que eram fraudadas por meio de pagamento de boletos e transferências bancárias.
A operação desta terça-feira foi realizada a após a Operação "Apateones", de março de 2023, conduzida pela Polícia Federal de Campinas. Na época, um homem suspeito de comandar a organização criminosa e a sua esposa foram presos em flagrante por organização criminosa e posse ilegal de arma de fogo.
Texto de votos de quatro integrantes do tribunal são encontrados; magistrado diz que pediu apuração

A Polícia Federal encontrou novas minutas de votos de ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) em análises de aparelhos apreendidos nas investigações que apuram suspeitas de um esquema de venda de decisões judiciais na corte. As análises foram feitas por integrantes da PF em aparelhos do lobista Andreson de Oliveira Gonçalves e do advogado Roberto Zampieri, assassinado no fim de 2023. As mensagens trocadas entre os dois foram o estopim para a operação Sisamnes, que investiga tanto o STJ como tribunais estaduais.
Ao menos 15 novos documentos com essas análises foram juntados às investigações, que irão embasar um relatório parcial sobre os inquéritos. Esse relatório será enviado ao ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que supervisiona as apurações.
Nos documentos dos analistas, são citadas minutas dos gabinetes dos ministros Antônio Carlos Ferreira, João Otávio de Noronha, Marco Buzzi e Ricardo Villas Bôas Cueva.
A informação sobre as novas minutas foi divulgada inicialmente pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela Folha. As investigações não envolvem diretamente os ministros até o momento, apenas os seus gabinetes e assessorias.
No caso das novas minutas, a PF apenas fez uma análise dos materiais nos aparelhos apreendidos e entendeu haver necessidade de maior apuração sobre elas. Procurados, Buzzi, Cueva e Noronha ainda não se manifestaram. Ferreira disse que solicitou desde o ano passado, quando houve a primeira menção ao seu gabinete em um relatório do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que a presidência do STJ abrisse uma apuração sobre o vazamento da minuta. A defesa de Andreson disse que só se manifesta nos autos.
Fonte: PF acha minutas de 4 ministros do STJ em investigação - 01/09/2025 - Poder - Folha
Prisões aconteceram em Araguaína e Wanderlândia. Esta é a segunda fase da operação que investiga uma organização criminosa que estaria envolvida com tráfico de drogas e comércio ilegal de arma de fogo.

Operação Cerberus
A primeira fase da operação foi deflagrada no dia 4 de junho de 2025. Na data, foi investigada uma organização criminosa que estaria envolvida com tráfico de drogas, crimes contra instituições financeiras e comércio ilegal de arma de fogo.
Segundo a Polícia Federal, investigações apontaram que alguns suspeitos de envolvimento na organização criminosa residiam em Araguaína. Eles seriam responsáveis pelo planejamento e execução de crimes contra instituições financeiras e lavagem de dinheiro.
Na época, foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Araguaína. Os policiais encontraram 13 armas de fogo e mais de 15 quilos de maconha e cocaína. As ações foram realizadas nas cidades de Araguaína, Wanderlândia, Altamira (PA) e Imperatriz (MA).
Investigações apontaram que um estabelecimento de venda de armas de fogo estaria fornecendo ilegalmente armamentos a pessoas com antecedentes criminais, ligadas ao tráfico de drogas. As atividades do estabelecimento comercial estão suspensas por ordem judicial.
Fonte: Grupo criminoso é alvo da PF; quatro pessoas foram presas por tráfico
Mandados de busca e bloqueio de ativos miram estrutura logística e financeira de envolvidos no esquema

Dourados/MS. A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal, deflagrou nesta quinta-feira (28/8) a operação Manifesto, destinada a desarticular grupo especializado no contrabando e descaminho de produtos de origem paraguaia.
A investigação começou em julho de 2023, após prisão em flagrante que resultou na apreensão de mercadorias irregulares em caminhão tombado na BR-267, em Nova Alvorada do Sul/MS. As apurações indicaram que transportadoras eram usadas para disfarçar cargas ilegais, com destino a Campo Grande/MS e a municípios do interior paulista.
Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão – oito em Mato Grosso do Sul e um em São Paulo – além do bloqueio judicial de ativos financeiros vinculados a nove investigados. Participaram da ação 36 policiais federais, seis auditores-fiscais e cinco analistas da Receita Federal.
Cinco agentes públicos são indiciados por organização criminosa, corrupção eleitoral e atentado contra o Estado Democrático de Direito

Manaus/AM. A Polícia Federal concluiu, na manhã desta quarta-feira, 27/8, o inquérito instaurado após a deflagração da Operação Tupinambarana Liberta. Cinco agentes públicos foram formalmente indiciados e deverão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção eleitoral e abolição do Estado Democrático de Direito.
A investigação apontou que o grupo criminoso teria utilizado parte da estrutura do governo estadual, inclusive com apoio de membros da força policial, para favorecer uma chapa que concorria à Prefeitura de Parintins/AM. As práticas identificadas envolvem compra de votos e ações voltadas a impedir o livre exercício do direito ao voto.
O inquérito já foi encaminhado ao Ministério Público Eleitoral, que analisará os elementos apresentados e decidirá pelas medidas judiciais cabíveis. A pena somada dos crimes investigados pode chegar a 20 anos de reclusão, considerando as qualificadoras previstas em lei.
Sobre a Operação
A apuração teve início a partir de uma notícia de fato apresentada pelo Ministério Público Eleitoral de Parintins em 16/9/2024. Durante as diligências, surgiram indícios de que líderes comunitários ligados a uma facção criminosa nacional estariam ameaçando eleitores e impedindo a circulação de candidatos em determinadas áreas da cidade.
Além disso, os investigadores encontraram sinais de omissão deliberada por parte de agentes públicos para beneficiar a candidatura favorecida, bem como provas de que o grupo monitorava adversários políticos e até mesmo os deslocamentos de equipes da Polícia Federal, numa tentativa de obstruir a atuação da corporação.
A operação foi deflagrada no dia 3/10/2024 e contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Amazonas, que acompanhou a execução das ordens judiciais contra os policiais militares envolvidos.
Link referente a deflagração da Operação Tupinambarana Liberta
https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2024/10/pf-deflagra-operacao-contra-corrupcao-eleitoral-atos-antidemocraticos-e-associacao-criminosa-em-parintins
Fonte: PF conclui a investigação relacionada à Operação Tupinambarana Liberta — Polícia Federal
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