Ação cumpriu mandado de busca e apreensão no âmbito de investigação que apura atuação de ex-policial militar suspeito de obter certificado sem atender ao requisito legal de idoneidade

Salvador/BA. A Polícia Federal, em conjunto com a Força Correcional Especial Integrada (FORCE/COGER/SSP-BA), deflagrou, nesta terça-feira (1º/9), a Operação Guardiões de Fogo, com o objetivo de cumprir mandado de busca e apreensão em Salvador.
A ação apura a posse irregular de arma de fogo de uso restrito, obtida mediante fraude no processo de concessão de registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).
As investigações apontam que o suspeito, ex-policial militar, obteve o Certificado de Registro (CR) de CAC sem atender ao requisito legal de idoneidade, havendo indícios de omissão de informações e de utilização de elementos inidôneos no procedimento administrativo, o que teria viabilizado a concessão irregular do registro.
As diligências prosseguem para apurar eventual envolvimento de outras pessoas nos fatos.
Fonte: PF deflagra operação contra fraude em registro de CAC na Bahia — Polícia Federal
Operação El Dorado cumpre seis mandados de busca e apreensão em São Bernardo do Campo e São Vicente, no litoral de São Paulo. Justiça determinou o bloqueio de R$ 10 milhões em contas, ativos financeiros e bens de dois investigados e de empresas vinculadas a eles.
A Polícia Federal iniciou nesta quinta-feira (27) uma operação de combate a um grupo criminoso transnacional suspeito de aliciar e enviar brasileiras para exploração sexual no sul da França.

A Operação El Dorado cumpre seis mandados de busca e apreensão nos municípios de São Bernardo do Campo e São Vicente, em São Paulo. As ordens foram expedidas pela Justiça Federal em São Paulo.
A Justiça também determinou medidas cautelares contra três investigados pertencentes à quadrilha. Entre as medidas estão a entrega do passaporte, proibição de deixar o país, monitoração eletrônica e comparecimento aos atos da investigação.
Além disso, foi determinado o bloqueio de até R$ 10 milhões em contas, ativos financeiros e bens de dois investigados e de empresas vinculadas a eles.
Como funcionava o esquema
A investigação começou a partir de uma cooperação policial internacional com autoridades francesas.
Segundo as apurações, o grupo oferecia às vítimas documentos de viagem, passagens, hospedagem e divulgação de anúncios no exterior.
A suspeita é de que esses serviços eram utilizados para viabilizar o envio das brasileiras para a França, onde elas seriam submetidas à exploração sexual.
Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual e organização criminosa.
A operação é realizada pela Polícia Federal em conjunto com as autoridades francesas, a partir das informações obtidas durante a cooperação policial internacional.
Empresa sediada em Campina Grande, na Paraíba, foi alvo da Operação Arena. O Ministério da Fazenda determinou a suspensão da atuação da Pixbet e determina devolução de apostas.
A Polícia Federal afirma ter identificado o uso de 549 CPFs de pessoas mortas em documentos utilizados em operações ligadas à Pixbet, alvo de operação na Paraíba, São Paulo e mais três estados para investigar a empresa na quinta-feira (13). A Operação Arena apura um suposto esquema de evasão de divisas e lavagem de dinheiro por meio de apostas esportivas.

Segundo a representação enviada à Justiça Federal, documentos da movimentação financeira com vista à lavagem de dinheiro em paraíso fiscal, continham registros associados a falecidos - alguns há mais de 20 anos.
Os nomes vinculados aos números de CPF chegaram a ser alterados após alerta ao Conselho de Controle de Atividades Financeira (COAF) disparado pelo sistema que autoriza a compra de moeda estrangeira (ACAM). Apesar da identificação das irregularidades e da notificação à Anspace, instituição de pagamento mais utilizadas pelo grupo Pixbet, os CPFs foram mantidos nas transações.
O uso dos CPFs atribuía a terceiros já falecidos uma falsa identidade na realização de operações de câmbio não autorizada, com intuito de promover evasão de divisas.
O documento da PF também registra que não se sabe como foram utilizados registros das pessoas falecidas, mas há indícios de que a empresa não foi vítima de operações fraudulentas, mas sim um agente ativo da fraude da documentação.
Ainda na quinta-feira (14), o Ministério da Fazenda determinou a suspensão imediata da operação da Pixbet. A medida cautelar também estabelece o cancelamento das apostas em curso e a devolução dos valores apostados aos usuários.
O g1 entrou em contato com a defesa da Pixbet na quinta-feira. A defesa da empresa disse que não teve acesso a determinação que autorizou a operação e que foi "pega de surpresa". A defesa disse ainda que, quando tiver acesso à decisão, vai se manifestar.
Operação Arena
A ação, denominada de Operação Arena, teve como objetivo investigar o grupo empresarial suspeito de utilizar estrutura societária e financeira da empresa no exterior para ocultar a origem e a destinação de recursos provenientes da exploração de jogos de azar e apostas esportivas. A ação foi da Polícia Federal, Ministério Público da Paraíba (MPPB) e Receita Federal.
O advogado Nelson Wilians foi alvo da operação em uma residência dele em São Paulo. Os agentes federais cumpriram mandado de busca e apreensão na mansão do advogado em decisão tomada pela Justiça da Paraíba.
Por meio de nota, o advogado Santiago Schunck, que representa Nelson Wilians, disse que a relação entre o escritório do seu cliente e a PixBet "é estritamente profissional e decorre da prestação de serviços de advocacia".
Ernildo Júnior, dono da empresa de apostas online PixBet, foi abordado na rua por agentes da polícia, em Campina Grande, enquanto estava em um carro. O veículo foi apreendido, assim como o celular dele, em cumprimento de mandado de busca e apreensão. As imagens foram filmadas e registram o momento da abordagem em uma área na entrada da cidade de Campina Grande.
Fonte: Pixbet: PF investiga uso de CPFs de 549 mortos em esquema de bets | G1
A Operação Monte Sinai cumpriu nove mandados e apura suspeitas de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (13), a Operação Monte Sinai, que investiga suspeitas de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e crimes contra a ordem tributária no Maranhão.

Segundo a PF, a investigação começou a partir de análises feitas pela Receita Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU).
Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Três deles são cumpridos em São Luís, quatro em Colinas, um em Presidente Dutra e um São Félix de Balsas.
O g1 não teve acesso aos nomes dos investigados e, por isso, não conseguiu localizar as defesas deles. O deputado federal Josimar Maranhãozinho também foi procurado, mas não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.
A Justiça também determinou o bloqueio e o sequestro de bens e valores dos investigados. Empresas envolvidas na apuração ainda ficaram proibidas de participar de licitações e de manter contratos com órgãos públicos.
De acordo com os investigadores, há indícios de irregularidades na aplicação de recursos de emendas parlamentares federais repassados por meio de convênios para obras de infraestrutura em municípios maranhenses.
A operação também apura a possível utilização irregular de recursos de precatórios do Fundef/Fundeb em contratos de pavimentação e infraestrutura. A suspeita é de que os valores tenham sido usados em desacordo com a destinação prevista em lei, já que esses recursos são vinculados ao financiamento e ao desenvolvimento da educação pública.
Josimar Maranhãozinho já foi alvo de outras operações
Apesar de não ser alvo da Operação Monte Sinai, deflagrada nesta quinta-feira (13), o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA) já foi alvo de outras operações que investigaram suspeitas de irregularidades envolvendo emendas parlamentares e contratos públicos.
A mais recente foi a Operação Afluente, deflagrada pela Polícia Federal em 25 de junho deste ano. Na ocasião, Josimar foi alvo de buscas em uma investigação sobre suspeitas de desvio de recursos de emendas do chamado “orçamento secreto”.
Segundo a PF, a operação investigava uma organização criminosa suspeita de corrupção, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro. Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em Goiás e no Maranhão.
De acordo com a investigação, os recursos teriam sido operacionalizados por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e direcionados posteriormente à contratação de empresas supostamente ligadas, direta ou indiretamente, ao grupo investigado.
Antes disso, Josimar também foi alvo da Operação Descalabro, da Polícia Federal, em 2020. A investigação apurou suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares destinadas à saúde no Maranhão. À época, a PF apontou indícios de peculato e lavagem de dinheiro. O deputado negou irregularidades.
A Polícia Federal prendeu Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer (Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais), uma das entidades investigadas por descontos indevidos de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Lopes estava foragido desde novembro de 2025, quando foi alvo da operação Sem Desconto. Ele foi preso na noite de ontem. A Conafer é suspeita de pagar propina a agentes públicos em troca do favorecimento no esquema de descontos indevidos.
A PF já concluiu o inquérito e indiciou Lopes e outros integrantes da Conafer. Também foram indiciados o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto e o operador do esquema Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.
Outro indiciado foi o ex-ministro da Previdência no governo de Jair Bolsonaro José Carlos Oliveira, que após se converter ao islamismo adotou o nome Ahmed Mohamad. O ex-ministro de Bolsonaro foi indiciado pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro sob suspeita de ter recebido R$ 550 em propina. Ele nega as acusações.
Fonte: Fraude no INSS: PF prende presidente da Conafer que estava foragido
A Polícia Federal cumpriu na manhã de hoje oito mandados de busca e apreensão para avançar na investigação sobre aporte de R$ 97 milhões do Iprev (Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió) em fundos ligados ao banco Master.

A ação teve apoio da CGU (Controladoria-Geral da União) e foi autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal). O Iprev efetuou os aportes nos fundos ligados ao banco de Daniel Vorcaro durante a gestão do então prefeito João Henrique Holanda Caldas, conhecido como JHC — ele assumiu o cargo em janeiro de 2021 e saiu em abril deste ano, para participar das eleições.
"A investigação tem como objeto duas aplicações realizadas nos anos de 2023 e 2024, que totalizaram R$ 97 milhões, e busca esclarecer as circunstâncias do processo de credenciamento, cotação, análise de risco, governança e tomada de decisão que antecederam os investimentos", diz a PF.
De acordo com a PF, a investigação mira o crime de gestão fraudulenta. Outro lado Em nota, o Maceió Previdência informa que "vem colaborando, desde o início, com as investigações, prestando todos os esclarecimentos e fornecendo as informações solicitadas pelas autoridades competentes".
"O Instituto reforça que os atos relacionados aos investimentos observaram os ritos legais e administrativos aplicáveis e destaca que seu patrimônio cresceu de aproximadamente R$ 400 milhões, em 2021, para mais de R$ 1,6 bilhão atualmente, garantindo a capacidade de pagamento de aposentados e pensionistas."
Fonte: PF mira R$ 97 milhões da previdência de Maceió em fundos do Master
Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão no DF e no Maranhão
A Polícia Federal cumpre, nesta terça-feira (4), mandados de busca e apreensão para apurar a suposta lavagem de dinheiro entre os fatos investigados na Operação Sem Desconto.

São cumpridos 18 mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal, no Distrito Federal e no Maranhão.
As investigações tiveram início após a identificação de indícios de movimentações financeiras e patrimoniais que, em tese, teriam utilizado pessoas físicas e jurídicas, contas bancárias de terceiros, estruturas empresariais e operações com valores em espécie, com o objetivo de ocultar a origem e a destinação dos recursos.
As investigações pretendem esclarecer a origem e a destinação dos recursos, o objetivo dos repasses e a individualização das condutas dos investigados.
Fonte: PF deflagra nova fase da Operação Sem Desconto e apura lavagem de dinheiro | Blogs | CNN Brasil
* Integrantes da polícia dizem que decisões do ministro do STF configuram interferência sobre a instituição
* Objetivo do órgão é que a AGU encontre algum remédio judicial contra atos que aumentaram controle do magistrado
A Polícia Federal acionou, na última semana, a AGU (Advocacia-Geral da União) contra medidas impostas pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, que aumentaram o controle do caso que investiga as fraudes nos descontos no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).

As investigações sobre o caso envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). O objetivo do órgão é que a AGU encontre algum remédio judicial para rebater a determinação do ministro para que todos os atos da apuração sejam imediatamente
juntados ao processo que tramita em seu gabinete.
Ele também determinou que qualquer afastamento de policiais da equipe de investigadores seja comunicado previamente ao seu gabinete. Nos bastidores, pessoas com acesso à cúpula da polícia classificaram as medidas como uma intromissão do magistrado na gestão de suas equipes e uma violação às competências do órgão.
A decisão de compartilhar os dados diretamente com o gabinete também foi vista como um sinal de uma possível desconfiança do ministro em relação à imparcialidade da polícia na condução do caso. Um investigador ligado às apurações disse que, se Mendonça avalia que há perseguição ou proteção a alguém ou alguma irregularidade, ele deve formalizar isso no processo e não ir contra uma instituição por uma suspeita genérica.
A reportagem não conseguiu contato com o gabinete de Mendonça para falar do assunto e a AGU não respondeu sobre o pedido. A PF também não comentou o assunto. As investigações do caso, no âmbito da Operação Sem Desconto, são consideradas sensíveis por envolverem Lulinha. Ele teve as suas quebras de sigilos bancário, fiscal e telemático autorizadas pelo ministro em fevereiro.
Uma das linhas de investigação é que o filho do presidente seria sócio oculto do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS e apontado como um dos operadores centrais do esquema de fraudes. A ida da PF à AGU representa uma escalada na crise entre Mendonça e a polícia. Devido à insatisfação do relator com o que vê como lentidão das investigações sobre o caso, o ministro havia determinado anteriormente que a PF concluísse, em até 60 dias, a análise do material apreendido na operação, como celulares, HDs, e pen drives dos presos.
Em resposta, a PF informou ao ministro que precisaria de mais prazo e falou em falta de pessoal. A polícia disse que há 11 pessoas atuando na investigação, enquanto seriam necessárias mais de 40 para cumprir o prazo desejado pelo ministro. Também afirmou que a análise global do material, de cerca de 1.700 itens, encontra-se em estágio inicial e que teria finalizado cerca de 40%.
O ministro também havia pedido, em ofício enviado à corporação, que o órgão mantivesse a equipe de investigação e, em caso de alterações, que fossem apresentadas justificativas no processo. A determinação foi feita devido a sua insatisfação com trocas na coordenação do caso feitas pela Polícia Federal. Ele avaliou que essas mudanças têm contribuído para a demora da conclusão da operação.
Também há uma percepção, entre autoridades que acompanham o caso, de que, apesar de ser mais antiga, a Sem Desconto, iniciada em 23 de abril de 2025, está mais lenta do que a operação Compliance Zero, que apura fraudes do Banco Master e teve a primeira fase deflagrada em 18 de novembro.
A PF já havia anunciado a retirada do caso da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários e realocado a apuração para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores, que investiga pessoas com foro privilegiado. Na ocasião, o chefe da divisão antiga, o delegado Guilherme Figueiredo Silva, foi pego de surpresa com a decisão da cúpula da Polícia Federal.
A polícia argumentou que a mudança foi feita para assegurar maior eficiência às investigações porque a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores tem estrutura para a condução de operações sensíveis com tramitação no STF.
As mudanças da PF levaram a oposição a acusar a corporação de proteger o filho do presidente. O assunto também tem gerado um racha entre investigadores que trabalham no caso. Sob reserva, parte deles diz ver a opção de avançar sobre o filho do presidente como uma
mudança do rumo das apurações e afirma que, até o momento, não há provas suficientes de que ele tenha cometido irregularidades. A defesa de Lulinha sempre negou que ele tenha cometido qualquer ilegalidade.
Os investigadores também têm feito críticas internamente à condução de Mendonça, assim como no caso da Compliance Zero. Segundo eles, os pedidos para quebra de sigilo ou de bloqueio de bens feitos pela PF ao gabinete não têm a mesma velocidade em suas análises, dependendo de quem são os alvos.
Fonte: PF aciona governo contra Mendonça no caso INSS e Lulinha - 30/07/2026 - Política - Folha
Operação Nova Aliança integra a cooperação entre Brasil e o país vizinho no enfrentamento ao narcotráfico na região de fronteira
A Polícia Federal e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai iniciam, nesta segunda, a 56ª fase da Operação Nova Aliança.
“Nesta etapa, as ações estarão concentradas na região de fronteira com ocorrência de cultivo ilícito de maconha e de atuação de organizações criminosas transnacionais”, diz a PF.

As equipes farão operações aéreas e terrestres voltadas à localização, à erradicação e à destruição de plantações ilegais, bem como à desarticulação de estruturas utilizadas para produção e para armazenamento de drogas.
Realizada desde 2012, a Operação Nova Aliança integra a cooperação entre Brasil e Paraguai no enfrentamento ao narcotráfico na região de fronteira.
“Além das ações de erradicação de cultivos ilícitos, a operação prevê a recuperação de áreas degradadas pelo cultivo ilegal, conduzida pelos órgãos paraguaios competentes”, diz a PF.
A operação seguirá até o dia 7 de agosto e contará com o apoio da Força-Tarefa Conjunta e do Ministério Público do Paraguai.
Fonte: PF mira crime organizado em operação conjunta com o Paraguai | VEJA
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