Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos, incluindo um endereço comercial usado como base pela quadrilha
A Polícia Federal realizou uma operação para desmantelar um esquema de venda de diplomas falsificados, incluindo mestrados e doutorados. O grupo usava páginas eletrônicas fraudulentas e instituições estrangeiras sem reconhecimento para dar aparência legítima aos documentos.

Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Distrito Federal, incluindo um endereço comercial usado como base pela quadrilha. Os suspeitos alegavam que os títulos seriam aceitos no Brasil sem revalidação.
Eles enfrentarão acusações por crimes de falsificação de documento público, uso de documento falso, estelionato, organização criminosa e exercício irregular de profissão.
Parlamentar Maria Gorete Pereira faz uso de tornozeleira eletrônica, ex-presidente de associação investigada por desvios e empresário foram presos nesta terça
A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta terça-feira (17), em parceria com a CGU (Controladoria-Geral da União), nova fase da operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões.
Ao todo, são cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão e outras medidas cautelares diversas, no estado do Ceará e no Distrito Federal.
Os mandados foram autorizados pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), e têm como objetivo esclarecer a prática de diversos crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e dilapidação patrimonial.
Os dois mandados de prisão foram cumpridos contra Cecília Rodrigues Mota, ex-presidente da Aapen (Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional) e da AAPB (Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil), e contra o empresário Natjo de Lima Pinheiro.

Segundo Mendonça, a liberdade de Cecília e Natjo compromete "de modo direto a efetividade da investigação e a confiança social na Justiça penal"
"Permitir que tais agentes permaneçam em liberdade significa manter em funcionamento uma organização criminosa que já alcançou centenas de milhares de vítimas. Sob outro prisma, há risco concreto de destruição de provas, pois os investigados têm acesso a documentos sensíveis e possuem domínio sobre empresas, arquivos e cofres", afirmou o ministro.
A deputada Maria Gorete Pereira (MDB-CE) foi alvo de medidas cautelares e, além de passar a ser monitorada com uma tornozeleira eletrônica, também está proibida de:
* manter contato, por qualquer meio, com investigados e testemunhas
* frequentar sedes de entidades associativas com as quais já tenha tido relação
* exercício de funções administrativas ou financeira junto a essas entidades
* se ausentar do município de residência, salvo se o deslocamento for para Brasília.
A parlamentar ainda deverá cumprir recolhimento domiciliar e nos dias de folga, conforme prevê o Código Processual Penal.
Segundo Mendonça, os elementos que embasaram a opoeração desta terça "indicam a existência de organização criminosa estruturada e hierarquizada, com divisão de tarefas, estabilidade e permanência, responsável por prejuízo estimado superior a centenas de milhões de reais aos cofres públicos e aos beneficiários do sistema previdenciário".
Fonte: PF deflagra nova fase contra fraudes no INSS; deputada do CE é um dos alvos | CNN Brasil
Operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF (Supremo Tribunal Federal)
Segundo investigação, eles tinham uma estrutura que facilitava a logística do tráfico e da milícia
Pelo terceiro dia seguido, a Polícia Federal cumpre mandados de prisão determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de envolvimento de autoridades com o crime organizado no Rio de Janeiro.
Nesta quarta-feira (11), são cumpridos sete mandados de prisão preventiva (sem tempo determinado) e também buscas e apreensões contra um grupo formado por policiais militares do Rio suspeitos de terem sido cooptados por facções criminosas e a milícia. Em ações anteriores, na segunda (9) e na terça-feira (10), foram presos um delegado da
Polícia Federal, um ex-secretário de estado e policiais civis que teriam atuado para ajudar ou para extorquir traficantes.

A primeira fase da ação, na segunda, prendeu o delegado federal Fabrizio Romano sob suspeita no caso envolvendo o ex-deputado TH Joias, que teria ligação com o Comando
Vermelho. A defesa de Romano nega que ele tenha cometido irregularidades. Na terça, foram presos o delegado de Polícia Civil Marcus Henrique de Oliveira Alves e os policiais civis Franklin Jose de Oliveira Alves e Leandro Moutinho de Deus. A reportagem não teve acesso à defesa dos três.
A operação desta quarta acontece nas cidades do Rio de Janeiro —em Taquara, Freguesia, Campo Grande e Santa Cruz—, Nova Iguaçu (RJ) e Nilópolis (RJ). Moraes determinou que os investigados sejam afastados da suas funções públicas e a quebra de sigilo de dados dos equipamentos eletrônicos apreendidos com eles. De acordo com a PF, os PMs alvos da operação "se utilizavam das prerrogativas da farda e da função pública para atuar em benefício do crime organizado".
"A investigação evidenciou uma estrutura voltada não apenas à facilitação logística para o tráfico e milícias, mas também à blindagem de criminosos e à ocultação do proveito
econômico ilícito", afirma a polícia.
A investigação apura suspeitas dos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e ativa e lavagem de dinheiro. O material pode dar subsídio a novas investigações
relacionadas à operação.
Fonte: PF prende sete PMs suspeitos de atuarem para tráfico no RJ - 11/03/2026 - Cotidiano - Folha
Segundo investigações, suspeitos intimidavam e ameaçavam outros provedores do serviço
Dois foram presos; ação cumpre 15 mandados de busca e apreensão
Uma operação da PF (Polícia Federal) e do MPF (Ministério Público Federal) na manhã desta quarta-feira (4) prendeu duas pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa voltada à interrupção de serviços de telecomunicação em Cabo Frio (RJ). Os alvos, segundo a PF, haviam monopolizado ilegalmente a oferta de serviços de internet e estabelecido controle territorial sobre o bairro Jacaré, na região dos lagos.
Isso ocorria por meio de uma empresa controlada pelos suspeitos mas que, apesar disso, estava em nome de laranjas —medida voltada a esconder a verdadeira estrutura de controle da organização, de acordo com as investigações.
A ação cumpriu 15 mandados de busca e apreensão, autorizados por decisão que estabeleceu também medidas cautelares a outros investigados. Além de Cabo Frio, as buscas abrangeram os municípios de Rio de Janeiro, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia e Araruama. Entre as condutas identificadas pelas autoridades estão danos a equipamentos de telecomunicação, corte de cabos e a intimidação de funcionários de outras provedoras.
Os suspeitos também impediam que outras empresas oferecessem serviços no local, de acordo com a PF. Eles devem responder, segundo a polícia, pelos crimes de furto qualificado, interrupção de serviços de utilidade pública e organização criminosa, "sem prejuízo de eventuais outros delitos que possam ser identificados no decorrer das investigações".
Fonte: PF mira suspeitos de monopolizar oferta de internet no Rio - 04/03/2026 - Cotidiano - Folha
Grupo é suspeito de desviar US$ 2,6 milhões de carteiras de cripto em exchange dos EUA
O furto eletrônico de criptoativos no valor de aproximadamente US$ 2,6 milhões, subtraídos de carteiras mantidas em uma exchange sediada nos Estados Unidos
A PF (Polícia Federal) realiza, nesta terça-feira (3), uma operação para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudes eletrônicas em carteiras de criptoativos e lavagem internacional de dinheiro. Segundo as investigações, o grupo teria furtado cerca de US$ 2,6 milhões de carteiras mantidas em uma exchange sediada nos Estados Unidos.

Denominada como Operação Decrypted II, a ação cumpre um mandado de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão, além do sequestro de bens dos investigados, na cidade de Imperatriz, no Maranhão.
De acordo com a PF, as investigações tiveram início após informações repassadas pela da El Dorado Task Force da HSI (Homeland Security Investigations), em Nova Iorque.
Após aproximadamente um ano de apuração, a polícia conseguiu identificar e localizar pessoas ligadas ao furto eletrônico dos criptoativos. Segundo a corporação, a atuação dos suspeitos localizados no Brasil são centralizadas, principalmente, no Maranhão.
Foram identificadas ainda movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados, que recebiam valores elevados de provedoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs) sem justificativa comercial ou negocial aparente.
A PF informou que as medidas ostensivas são resultados da prática frequente de transferências de altos valores em criptoativos, mesmo após o cumprimento de mandados de busca na primeira fase das investigações, comprovando a continuidade da prática criminosa por parte de um dos investigados.
Fonte: Operação da PF mira grupo por fraude e lavagem internacional de dinheiro | CNN Brasil
A CPMI do INSS ainda não recebeu o conteúdo da quebra do sigilo bancário, telemático e fiscal do executivo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Isso porque a Polícia Federal está fazendo uma triagem no material, separando apenas o que diz respeito a operações de crédito consignado, que são objeto de apuração do colegiado. De acordo com o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), a medida foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou o compartilhamento de provas no último dia 20.
Agora, a previsão é a de que os parlamentares tenham acesso às provas coletadas pela PF dentro de uma semana. O banqueiro é peça-chave de um esquema bilionário de fraude e a revelação do conteúdo do seu celular é acompanhada com apreensão tanto por integrantes do próprio STF quanto entre parlamentares que temem ser arrastados para o centro do escândalo.
“Tô mantendo
contato com ele [Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal] direto. Cobrei, ele me disse ‘Olha, senador, é só terminar a separação do que é realmente de empréstimo consignado’, que aí vêm pra nós os arquivos. Por determinação do ministro André, ficou limitado à questão do consignado”, disse Viana.
A menos de oito meses das próximas eleições, a CPMI se tornou um dos principais focos de embate no Congresso entre o governo Lula e a oposição. Na última quinta-feira (26), o Palácio do Planalto sofreu um revés ao ser confrontado com a aprovação de uma lista de de 87 requerimentos, entre eles a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula. A quebra já havia sido decretada no mês passado pelo próprio Mendonça a pedido da PF, conforme revelou o Poder360.
“O [material do sigilo] do Vorcaro eu vou deixar tudo liberado. Eu ia deixar numa sala cofre, minha preocupação era o uso das informações particulares dele. Mas como virão somente as informações dos consignados, vou deixar liberado [o acesso] para os parlamentares”, acrescentou o presidente da CPMI.
Fonte: Master: PF faz triagem em celular de Vorcaro antes de enviar material à CPI do INSS
Desvios em licitações e lavagem de capitais são apurados na Operação Lamaçal
Santa Cruz do Sul/RS. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (26/2), a segunda fase da Operação Lamaçal. O objetivo é apurar o possível desvio de recursos públicos federais do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) repassados à administração municipal de Lajeado/RS, em razão das enchentes ocorridas no mês de maio de 2024.
A primeira fase da operação foi deflagrada no mês de novembro de 2025, e a análise parcial do material apreendido corroborou a hipótese de direcionamento das licitações. As investigações identificaram irregularidades em três licitações da Prefeitura de Lajeado envolvendo empresas de um mesmo grupo econômico, contratadas para prestar serviços de assistência social. Há indícios de que as escolhas não observaram a proposta mais vantajosa e de que os valores pagos estavam acima dos preços de mercado.

A operação contou com 20 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão temporária expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, além do sequestro de veículos e do bloqueio de ativos.
As diligências aconteceram nos seguintes municípios do Rio Grande do Sul: Lajeado, Muçum, Encantado, Garibaldi, Salvador do Sul, Fazenda Vilanova, Novo Hamburgo e Porto Alegre.
Foi decretado, ainda, o afastamento cautelar de cargo público ocupado por dois investigados, além da prisão temporária de outros dois. Também foram apreendidos três veículos, aparelhos eletrônicos e documentos relacionados ao caso.
Os investigados poderão responder pelos crimes de desvio, ou aplicação indevidamente, de rendas ou de verba pública; de contratação direta ilegal, de fraude em licitação ou em contrato, de corrupção passiva, de corrupção ativa, de associação criminosa, de lavagem de dinheiro, dentre outros.
PF cumpre 42 mandados de busca e apreensão em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal
A Polícia Federal realiza nesta quarta-feira uma operação contra desvio de emendas parlamentares. O ex-senador Fernando Bezerra e seus filhos, o deputado federal Fernando Coelho Filho (União-PE) e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) estão entre os alvos.
Intitulada de Operação Vassalos, a ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os policiais estão cumprindo 42 mandados de busca e apreensão em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.
Em nota, o advogado André Callegari, que representa Fernando Bezerra Coelho e Fernando Filho, afirmou que não teve acesso à decisão do ministro do STF Flávio Dino. "Os mandados vieram desacompanhados dos motivos que ensejaram as medidas cautelares. A defesa já solicitou acesso aos autos, para que, assim, possa se manifestar no processo", diz o texto.
Fernando Bezerra Coelho foi ministro da Integração Nacional no governo Dilma Rousseff e líder do governo Jair Bolsonaro no Senado. Fernando Coelho Filho foi ministro de Minas e Energia no governo Michel Temer.
Conforme a PF, "a investigação aponta para existência de uma organização composta por agentes públicos e privados suspeita de desviar recursos públicos oriundos de emendas parlamentares, por meio do direcionamento de licitações para empresa vinculada ao grupo, com posterior utilização dos valores desviados no pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio".
A polícia apura frustração do caráter competitivo do procedimento licitatório e fraude em licitação e contrato. A corporação também aponta para suspeita de peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Os detalhes da investigação e as emendas que estão sob suspeita ainda não foram reveladas.
Emenda de R$ 22 milhões
Como mostrou O GLOBO em novembro de 2025, no fim de setembro daquele ano, a prefeitura de Petrolina (PE), cidade localizada a 715 quilômetros do Recife (PE), inaugurou a primeira etapa da Orla 3. À beira do Rio São Francisco, a administração duplicou avenidas, implantou ciclovias e fez melhorias de iluminação, conjunto em parte bancado com R$ 22 milhões enviados em 2021 pelo então senador Fernando Bezerra Coelho, cujo irmão é dono de um terreno na região do empreendimento e negocia uma indenização por causa da desapropriação.
Para a verba chegar aos cofres do município, então comandado por Miguel Coelho, um dos filhos de Bezerra, foi necessário assinar um convênio. O documento foi firmado entre a prefeitura e a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), cujo chefe local à época assessorou Bezerra nos tempos de Congresso. Com o dinheiro disponível, começaram os preparativos para a obra, que passa por um terreno de um familiar do senador. Já com a revitalização inaugurada, Miguel Coelho voltou à cena, agora fora da prefeitura e atuante nos negócios imobiliários da região.
Fonte: PF faz operação e apura suspeita de desvio em emendas de ex-senador Fernando Bezerra e filho
Foram apreendidos cerca de 200 aparelhos de cigarros eletrônicos
Anápolis/GO. A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (20/2), uma operação de combate ao contrabando de cigarros eletrônicos (vapes), em desdobramento de investigação iniciada em Tocantins.
Durante a investigação, foi presa em flagrante uma pessoa que se encontrava com posse de, aproximadamente, 200 aparelhos de cigarros eletrônicos, produtos de comercialização e importação proibidos no Brasil, introduzidos no país de forma clandestina.

Os itens apreendidos serão submetidos à perícia e permanecerão à disposição da Justiça. O investigado poderá responder pelo crime de contrabando, sem prejuízo de outras infrações eventualmente constatadas no curso das investigações.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e apurar a origem e o destino dos produtos apreendidos.
A Polícia Federal ressalta que a comercialização irregular de dispositivos eletrônicos para fumar, além de configurar ilícito penal e administrativo, representa risco à saúde pública e fomenta cadeias criminosas transnacionais.
Fonte: PF realiza apreensão de cigarros eletrônicos e prende uma pessoa — Polícia Federal
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